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quarta-feira, 5 de setembro de 2012

PARA BEM






Em oração, Neemias relatou a Deus que havia feito bem.

Bem feito.

Queria tão somente a lembrança dele para bem.

"Lembra-te de mim para bem, ó meu Deus; 
e de tudo quanto fiz a este povo."  
(Ne. 5.19 )

"...lembra-te de mim, Deus meu, para bem."
(Ne.13.31)



É certo que despendeu muito esforço e dedicação à causa que se propôs.

Mas foi por meio de ações inteligentes e corajosas que acabou instilando o bem na seara do povo de Deus.

Neemias demonstrou que tinha "pegada" para o que se programou a executar em meio à adversidade.

No final das contas, resolveu pedir a Deus apenas reconhecimento do Bem empreendido em sua vida.

Para bem.

E o reconhecimento veio, e maior do que pensava.

O bem por ele aplicado perdura até aos nossos dias e durará eternidade afora.

Será que não é uma boa se, ao invés de pedintes contumazes por coisas materiais, imitarmos o grande Neemias e pedirmos a Deus somente a sua lembrança  para bem?

O reconhecimento virá e, com certeza, será maior do que pensamos.  


TÉRCIO PAIVA FARIAS 


terça-feira, 4 de setembro de 2012

PODER & MODO DE PODER


PODER E MODO DE PODER


Depois de conhecidas as minhas próprias forças, 
posso não poder o que realmente posso?


Posso.



Posso, porque poder e modo de poder,
 são duas coisas  distintas.



Quando, por exemplo, Davi disse que podia sair 
em combate ao filisteu Golias, 
de fato, ele podia.



Acontece que para o rei Saul, 
ele não podia.



Não podia, porque o filisteu Golias era um gigante,
 e Davi não passava de um menino.



O filisteu Golias era um soldado experiente no 
manejo das armas, e Davi, não passava de 
um mero pastor de ovelhas.



Apesar disso, Davi, audaciosamente, replicou e repisou: 


"Eu posso porque já exercitei minha força com 
ursos, leões e outros bichos mais."


Bem, se o que ele disse realmente ocorreu, 
era certo então que ele podia fazer 
o mesmo com o gigante.



Sua resposta ao rei não deixou qualquer margem 
de dúvida acerca de seu poder.



Mas o rei Saul, ainda não de todo convencido, 
ficou a imaginar como o enfrentamento podia 
chegar a bom termo, sem que houvesse 
dano ao impetuoso rapaz.



Pensou que a solução seria armar Davi até aos dentes, passou-lhe então sua indumentária pessoal de guerra, testada e aprovada em longos e sangrentos combates.



Satisfeito com seu arranjo, o rei Saul concluiu que, 
agora sim, o jovenzinho podia partir para o enfrentamento, afinal, estava paramentado 
com armas de guerra.



Ocorre que, depois desse aparato do rei, 
Davi constatou que já não podia mais partir para o enfrentamento, em razão do tamanho e do peso 
dos sofisticados armamentos reais.



Mas esperem, Davi não havia dito antes que podia, 
como agora ele brada que não podia mais?



Na verdade, Davi não disse que não podia.

Disse, isto sim, que não podia combater com aqueles trajes, o que é bem diferente de uma simples negativa.



Medir forças com o gigante como medira com ursos, 
leões e outros bichos, ele sustentava que podia.



Mas medir forças com o gigante, mal suportando o peso  de uma armadura que não lhe pertencia, 
isso, ele não podia.



De acordo com a experiência de Davi, fica claro que 
não basta simplesmente poder para poder.


Se há algum tipo de impedimento letal no modo de poder, não há como poder.


Portanto, para poder é preciso uma avaliação sensata, 
e  para o modo de poder, mais do que ela, 
é preciso acrescentar uma dobrada pitada de cautela 
para enfim, eleger a ação definitiva e determinante.


Só assim é que saberei se eu posso para mais ou para menos, ou então, se definitivamente eu não posso.

O exame do poder, nesse caso, deve ser realizado sem paixão e sem amor-próprio, a fim de que possa ser 
bem feito.

O modo de poder nada mais é do que a eleição do querer que, aliás, é quem determina o acerto da empreitada.

A eleição do querer ou o modo de poder esclarece se... eu posso o que posso ... eu posso mais do que posso... eu posso menos do que posso... ou eu não posso.


Jesus, ouvindo os cegos que o acompanhavam com clamores por cura, testou-os exatamente nessa questão - a do poder e modo de poder:

"Credes vós que eu possa fazer isto?" 
(Mt. 9.28)

Claro que Jesus podia, mas o impressionante foi o modo de poder naquela situação: Jesus se valeu da fé dos próprios cegos:

"Seja-vos feito segundo a vossa fé".

Jesus pode tudo, inclusive, pode me fortalecer para que eu possa todas as coisas, entretanto, deixou um lembrete para que sempre eu me valha do correto modo de poder:

"Sem mim, nada podeis fazer." 
(Jo. 15.15) 





TÉRCIO PAIVA FARIAS 
PEPITAS do Tércio




 
   
     

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

BEBEDICE


O grande Noé - construtor da arca - notabilizou-se por sua obediência irrestrita a Deus em todas as suas ações.

Em um dia atípico, perdeu a noção das coisas ao cair no exagero da bebida, conforme registro constante no capítulo nove do livro de Gênesis.

Consta lá que, passado o dilúvio, Noé cultivou a terra, plantou uma vinha, e tempos depois, inadvertidamente, passou da conta na bebida em um dia adverso.

O que era mais do que improvável, aconteceu.

O patriarca acabou bêbado, e sem qualquer noção da realidade, começou a fazer macaquices tão comuns entre os que se embriagam.

Despiu-se todo à frente dos seus desavergonhadamente.

Seu filho, Cão, viu-o assim e, ao invés de dar-se ao recato pela exposição grotesca do pai, botou a boca no mundo em jocoso relato a seus irmãos.

Incomodados com a situação, seus outros irmãos - Sem e Jafé - trataram de remediar a situação providenciando uma capa para cobrir a nudez paterna, dirigindo-se ao velho pai de costas para colocarem-na sobre seus ombros.

Acabado o porre, Noé constatou o grave erro que cometera, no entanto, deu-se conta  também
do terrível desrespeito praticado por seu filho menor. 

Tomado de ira, vociferou uma tremenda imprecação: 

"Maldito tu sejas, Cão, servo serás 
de teus irmãos. Bendito seja o Deus de Sem, 
a quem servirás;  Deus alargará a Jafé 
que habitará nas tendas de Sem,
e que também te terá por servo."

A bebedice ocasional do velho Noé trouxe-lhe dano, e lamentáveis consequências refletidas em sua geração.

É amigo, cuidado, Cuidado com a bebedice.


TÉRCIO PAIVA FARIAS

 

       

segunda-feira, 14 de maio de 2012

INFLUÊNCIA & MANIPULAÇÃO


INFLUÊNCIA

"A influência é boa.
Mas é boa quando há 
benefícios à vista 
para todos os lados.

MANIPULAÇÃO
A manipulação não é boa.
Se não o é para mim, 
o que se dirá aos outros?"


TÉRCIO PAIVA FARIAS 


TUDO MUDA & TUDO PASSA



"Tudo muda, tudo passa, 
Nesta vida de ilusão.


Vai para o céu a fumaça, 
fica na terra o carvão."


(Autor Desconhecido)


DEFENSIVA




"Na defensiva, as possibilidades de escape ficam diminutas demais.


Sob ataque sistemático ficam minadas, a resistência, a criatividade, e a capacidade de reação.
  

O medo, uma vez instalado, toma conta com folga, de toda percepção da realidade vigente.


TÉRCIO PAIVA FARIAS

HARMONIA

 

"A Harmonia quando vem em 

conseqüência de trabalho 

com os problemas, é uma coisa boa.

 

 

  Sinal evidente de que houve 

complemento no ciclo dos conflitos."



TÉRCIO DE PAIVA FARIAS